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Em que momento da história nós perdemos o bonde?

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O Brasil é um país que, evidentemente, está atrasado na aplicação de tecnologia da informação e processos automatizados. Conforme a fonte The Conference Board, o País precisa de quatro trabalhadores para produzir o que um norte-americano produz, posição que nos coloca atrás, inclusive, de países como Chile, Rússia e Argentina. Essa informação deveria ser suficiente para levantar um sinal de alerta: o ambiente corporativo no Brasil está abarrotado de processos manuais, retrabalho e duplicidade de informações que causam uma ineficiência poucas vezes medida, com baixa produtividade no uso dos seus recursos (humano, máquinas e insumos).

Um exemplo simples é o erro na entrega de mercadorias, um problema recorrente pela ausência de controle por automação. Muitos afirmam que sabem o índice de devolução de produtos, mas, no entanto, ninguém possui indicador de quantos produtos não são devolvidos pelo cliente porque ele também não possui controle sobre o que está recebendo ou deu entrada na mercadoria, aceitando uma margem de erro porque precisa de produtos na prateleira.

 

A primeira patente do código de barras foi atribuída, em 1952, por Joseph Woodland e Bernard Silver, um padrão criado para solucionar uma questão de um comerciante norte-americano supermercadista: agilizar o pagamento nas lojas com automação para evitar os processos tediosos de registrar manualmente cada produto vendido. A partir de então, ao longo do tempo, com a adoção de padrões de codificação e estabelecida a entidade sem fins lucrativos reguladora a padronização mundialmente (GS1), o mercado se transformou com a possibilidade de automatizar os controles de estoque e, consequentemente, oferecer uma grande gama de produtos com menor custo. No Brasil, a GS1 foi estabelecida em 1983, quando o setor alimentício, com os supermercados, se organizou para dar a dinâmica que o mercado exigia, se beneficiando da economia que a adoção de padrões pode trazer. Outro setor que pode ser exemplo é o de medicamentos. Hoje ninguém compra num supermercado ou farmácia sem que o código do produto seja aquele atribuído pelo detentor da marca, fazendo a logística fluir.

 

Desta forma, fica a pergunta: em que momento da história nós perdemos o bonde da automação no setor calçadista? O questionamento vale para fornecedores de insumos, fabricantes de calçados, transportadoras e varejistas, que ignoram uma logística internacional eficiente e impõem procedimentos que tornam a logística morosa e cara, ignorando a integração da cadeia para a economia global e sustentabilidade. Existe alguma empresa operando que não possui computador, sistemas (software) e acesso à Internet? Então, por que que não utilizam corretamente os seus recursos para agilizar as transações comerciais e dar velocidade e precisão no controle e movimentação de mercadorias?

 

Por fim, todos querem vender e, ironicamente, todos estão perdendo. Está na hora de assumir a necessidade de mudança e tomar uma decisão na direção certa. E, para aqueles que têm medo de mudar, duas perguntas: (1) Você faz mudança para piorar? (2) Você alguma vez na vida já fez reforma sem sujeira? Ninguém faz uma mudança para piorar. Estamos sempre buscando um resultado melhor, seja na vida pessoal ou profissional, assim como ninguém faz reforma sem que se produza sujeira, poeira, resíduo de obra ou descarte. Você tem a faca e o queijo na mão, aproveite antes que alguém roube o seu queijo.

 

Confira o case de sucesso da Via Marte em https://bit.ly/2BDBDSw (ou acesse o QR Code), empresa que desde 1997 adotou a identificação global GS1 como uns dos pilares para automatizar processos, um ganho anual estimado em mais de R$ 500 mil de redução de custos, um payback médio de R$ 5,00 para cada R$ 1,00 investido.

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