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LOCALIZAÇÃO

É a coordenada geográfica, ou seja, espaço físico no qual se encontra a mercadoria no momento que está sendo registrada ou movimentada de um ponto A para um ponto B. Fundamentalmente, é o que permite a RASTREABILIDADE, seja na indústria, distribuidora, transportador ou varejista.

ITEM COMERCIAL

É a identificação do item comercial a ser vendido, com as suas variações e características, ou seja, todo o detalhamento do produto, como tamanho, cor, modelo, material, marca, descrição, entre outros.

VOLUME

É o conjunto de itens comerciais embalados para armazenar em estoque ou transportar. Deve ser identificado com a correta variação de produtos que estão embalados. A quantidade de itens e o seu correto detalhamento unitário é o que dá lastro para a RASTREABILIDADE.

|A|

Entender a automação como um benefício e incorporá-la como diretriz para a empresa.

|B|

Elencar um responsável técnico e um de tomada de decisão para implementar o projeto na empresa.

|C|

Fazer um diagnóstico para levantar as oportunidades e pontos de melhoria.

|d|

Definir o plano de ação para implementar os pilares: Identificação, Processo e Troca Eletrôncia de Dados (EDI).

PILARES

Significa utilizar uma linguagem única e inequívoca de codificação para identificar a localização (do comprador ou vendedor), os produtos (itens comerciais) e volumes (caixas, pallets, contêiner, etc.).

Tecnicamente, os códigos são:

GLN (Número Global de Localização, Global Location Number): identificador chave do sistema que possibilita a identificação única e inequívoca de entidades legais, funcionais e físicas, pré-requisito para a eficiência no comércio eletrônico e na sincronização global de dados, possibilitando aplicações como entrega direta na fábrica ou loja, reposição automática e crossdocking;

GTIN (Número Global do Item Comercial, Global Trade Item Number) (antigo UCC/EAN): chave global atribuída à identificação de item comercial que precisa ser precificado, encomendado, movimentado, consumido e ou faturado em qualquer ponto da cadeia. No caso da cadeia de insumos (componentes), normalmente, o GTIN não é impresso no item, ele é utilizado na composição do volume.

SSCC (Código de Série da Unidade Logística, Serial Shipping Container Code) (GS1-128): identificador chave de uma unidade logística (volume) para combinar elementos comerciais embalados juntos para armazenamento e ou efeitos de transporte, como caixas e pallets. 

Ao produzir, expedir, receber, consumir ou vender, o que se faz fisicamente deve estar amarrado (bater) com as informações virtuais (no sistema de computador da empresa).
Na movimentação de saída, deve-se realizar a separação prévia com leitura dos GTINs (itens comerciais) para montar o SSCC (volume) e, somente então, fazer a nota fiscal de saída. A NF-e não deve ser gerada a partir da Ordem de Compra (OC), deve ser emitida a partir da separação física da mercadoria que segue a OC. No caso do recebimento, a leitura do SSCC deve permitir a conferência do físico, a redistribuição (se necessário) ou armazenamento de maneira automatizada (ou seja, sem a necessidade de abrir os volumes recebidos para a conferência manual). Ambos, saída e entrada, alcançam aceleração e precisão através da leitura dos códigos de barras e do cruzamento desta leitura com os documentos eletrônicos previamente trocados.

[3] Troca Eletrônica de Dados (EDI)

As transações comerciais estão embasadas em um padrão global de comunicação eletrônica. Todos os documentos, desde o catálogo de produtos até a nota fiscal de entrega, estão normatizados e são entendíveis pelos sistemas de computação das empresas envolvidas. Zero digitação: o EDI é o elemento chave que sustenta a ponte entre o mundo físico e o virtual. Veja mais em EDIFACT e ISO 9735.

[2] PROCESSO

[1] IDENTIFICAÇÃO